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Utilidade pública - Mogens Dahl Institute

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Desenho
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Exterior
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Funcionalidade actual
Interior
Interior
Interior
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Desenhos
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Materiais e construção
Com a excepção da entrada e das suas escadas sobredimensionadas com partes lateriais altas, os quartos do Instituto são quase completamente brancos. As paredes em tijolo foram estucadas, mas a estrutura to trabalho de tijolo é ainda detectável. A viga mestra em madeira e as vigas em aço da galeria foram pintadas de brano. Até o soalho de três centímetros de grossura foi tratado com uma tinta branca translúcida. Apenas as molduras pretas em aço em torno das janelas e das portas de vidro contrastam com o interior monocromático. Nenhuma decisão sobre as medidas acústicas foram tomadas pelo cliente ou os seus arquitectos até ao período de conversão. Foram assistidos pelo planeador de acústica, Jan Voetmann. Após uma série de testes exaustivos, decidiu-se na instalação de painéis acústicos perfurados na parede da retaguarda da sala. Foram necessários devido ao uso extensivo de superfícies tais como o aço, madeira e vidro e têm como função reduzir o tempo de vibração do som no quarto para o óptimo.

Skylight
Antes de iniciar o projecto, Frank Maali e Gemm Lalanda foram claros sobre o efeito de luz que queriam. Em vez que uma ténua luz a entrar pelas janelas verticais, decidiram permitir a entrada generosa de luz através do tecto, mas sem ofuscar. Para isto, quatros janelas foram instaladas em ambos os lados do telhado. Frank Maali não se cansa de salientar a importância da luz do dia no seu design: "A luz do dia é extremamente importante e, agora que o edifício está concluído, torna-se claro que estivemos no caminho certo em termos de design quando decidimos instalas as janelas de sótão. Era impossível o edifício funcionar como uma escolha de música se não tivessemos feito tudo isto".
Materiais e construção
Com a excepção da entrada e das suas escadas sobredimensionadas com partes lateriais altas, os quartos do Instituto são quase completamente brancos. As paredes em tijolo foram estucadas, mas a estrutura to trabalho de tijolo é ainda detectável. A viga mestra em madeira e as vigas em aço da galeria foram pintadas de brano. Até o soalho de três centímetros de grossura foi tratado com uma tinta branca translúcida. Apenas as molduras pretas em aço em torno das janelas e das portas de vidro contrastam com o interior monocromático. Nenhuma decisão sobre as medidas acústicas foram tomadas pelo cliente ou os seus arquitectos até ao período de conversão. Foram assistidos pelo planeador de acústica, Jan Voetmann. Após uma série de testes exaustivos, decidiu-se na instalação de painéis acústicos perfurados na parede da retaguarda da sala. Foram necessários devido ao uso extensivo de superfícies tais como o aço, madeira e vidro e têm como função reduzir o tempo de vibração do som no quarto para o óptimo.

Skylight
Antes de iniciar o projecto, Frank Maali e Gemm Lalanda foram claros sobre o efeito de luz que queriam. Em vez que uma ténua luz a entrar pelas janelas verticais, decidiram permitir a entrada generosa de luz através do tecto, mas sem ofuscar. Para isto, quatros janelas foram instaladas em ambos os lados do telhado. Frank Maali não se cansa de salientar a importância da luz do dia no seu design: "A luz do dia é extremamente importante e, agora que o edifício está concluído, torna-se claro que estivemos no caminho certo em termos de design quando decidimos instalas as janelas de sótão. Era impossível o edifício funcionar como uma escolha de música se não tivessemos feito tudo isto".
Em contraste com muitas outras salas de concerto, o Mogens Dahl Institute não foi concebido com uma "caixa negra". Ao invés, os seus vidros enormes abrem-se para o pátio. Isto torna-se especialmente claro à noite, quando as janelas de sótão "brilham" na noite escura.
Exterior e funções prévias
Nesta comunidade de prédios de cores diferentes, a obra na Snorresgade 22 destaca-se devido ao seu exterior bem cuidado. Erguido no início do século XX, o edifício principal for originalmente um local para uma gráfica. Do outro lado do pátio, um anexo constituído pela casa do porteiro, telheiro e um estábulo para cavalos foi construído na mesma altura. É exactamente este o local onde se encontra o Instituto. Mais tarde, foi tranformado numa oficina de carros, que funcionou durante várias décadas. Há bem pouco temopo, o rés-do-chão foi usado como uma oficina de pintura e estava carregado com peças. Mesmo antes da fase do planeamento, o edifício teve de ser totalmente limpo. Apenas gradualmente é que se foram vendo as peças que valiam a pena guardar.
Functionalidade actual
Hoje em dia, duas palavras simples em preto caracterizam as fachadas dos dois edifícios, virados para a estrada e cobertos com estuque branco. O edifício "Gemini" tornou-se num símbolo da sua reconstrução urbana: dois silos, próximos da água, cujos arquitectos holandeses MVRDV tranformaram em torres de apartamentos para clientes abastecidos. A antiga casa do porteiro próximo da estrada tem agora duas funções: no rés do chão, funciona a administração do Instituto e o primeiro andar pode ser usado como um apartamento para visitas, um sala de reuniões ou uma sala de descanso para os músicos. À primeira vista poderá pensar que a conversão dos estábulos mudou pouco, como se isto constituísse a sua própria força especial. Mas isso seria um erro. Hoje, o instituto de Copenhaga oferece uma mistura única de aulas de canto, piano e maestros, assim como aulas de jazz, coro e concerto de câmara. Este auditório enorme é uma sala multi-usos. Aulas de canto decorrem nesa sala assim como os ensaios e concertos de música de câmara. Resultante disto, o quarto tem de ser remobiliado frequentemente - não existe lugares marcados. Para um auditório de concertos, a sala é extremamente íntima.
A proximidade era muito importante para Mogens Dahl: "Normalmente, a audiência nas salas de concerto está localizada longe dos músicos. Mas aqui, as pessoas podem ver todos os detalhes, cheirar os instrumentos de madeira, ouvir o respirar dos músicos e o virar das páginas. De uma forma similar, os músicos sentem as variações na forma como as pessoas se sentem. Este tipo de feedback directo é extremamente importante."

Arquitecto: Maali & Lalanda A/S | Dinamarca | Fotógrafo: Adam Mørk

No início de 2006, o Mogens Dahk Institute para música clássica e contemporânea, mudou-se para uma oficina automóvel renovada, na Islands Brygge, um antigo bairro de trabalhadores das docas de Copenhaga. Os seus espaços iluminados, mas no entanto, reservados são um resultado de um processo de recuperação e conservação arqueológica.
Variações em branco
Frank Maali não se cansa de salientar a importância da luz do dia no seu design: "A luz do dia é extremamente importante e, agora que o edifício está concluído, torna-se claro que estivemos no caminho certo em termos de design quando decidimos instalas as janelas de sótão. Era impossível o edifício funcionar como uma escolha de música se não tivessemos feito tudo isto".
Variações em branco
Frank Maali não se cansa de salientar a importância da luz do dia no seu design: "A luz do dia é extremamente importante e, agora que o edifício está concluído, torna-se claro que estivemos no caminho certo em termos de design quando decidimos instalas as janelas de sótão. Era impossível o edifício funcionar como uma escolha de música se não tivessemos feito tudo isto".
Conceito
Mogens Dahl explica a sua motivação para estabelecer um Instituo para Músic, Coro e Condução musical: "Durante muito tempo trabalhei para universidades, conservatórias e casas de ópera - instituições antigas e "pesadas" nas quais é frequentemente difícil alterar a forma como as coisas são feitas e iniciar novas decisões. Após todos esses anos, senti que estava pronto para dar um passo para a liberdade e lançar-me por conta própria." Mogens Dahl compara este processo de descoberta com a "arqueologia moderna": as impressionantes vigas foram deixadas e foi necessário aplicar isolamento contra o calor adicional. Dahl apresentou as suas próprias ideias para o novo instituto mesmo antes de iniciar o processo de conversão. Muitas destas ideias foram desenvolvidos através das inúmeras conversações com visitantes e colegas durante o ano e meio em que decorreram as obras.

Sítio e localização
Como muitas outras cidades na Europa, Copenhaga está a discobrir novamente a sua frente ribeirinha. A Islands Brygge, uma antiga zona de trabalhadores das docas na parte este do centro da cidade, em particular, tem-se desenvolvido num ponto central da nova arquitectura Dinamarquesa. Seguiu-se uma transformação social que ocorreu nesta parte da cidade. Nos edifícios residenciais dos finais do século XIX, os trabalhadores que outrora viveram aí, foram sucedidos pelos mais jovens, pelos criativos e pelos afluentes na altura em que as construções começaram nas infraestruturas industrias da zona. Os armazéns foram convertidos em lofts, uma fábrica de lápis transformada num estúdio fotográfico e num ginásio, e antigas barracas acomodam escritórios de contabilistas. Snorresgade é um dos pouco locais da Islands Brygge a reter o seu carácter original e ligeiramente caótico. A mudança de edifício temporários para edifícios permanentes dá à área um ar um pouco como o "Klondike". Em frente à igeja antiga desta zona existe um jardim de infância, junto a este, um edifício em tijolo de uma empresa de despachantes e, mesmo no final da estrada, uma colecção de cabanas em madeira cujos donos alugam carruagens puxadas a cavalo.
Conceito
Mogens Dahl explica a sua motivação para estabelecer um Instituo para Músic, Coro e Condução musical: "Durante muito tempo trabalhei para universidades, conservatórias e casas de ópera - instituições antigas e "pesadas" nas quais é frequentemente difícil alterar a forma como as coisas são feitas e iniciar novas decisões. Após todos esses anos, senti que estava pronto para dar um passo para a liberdade e lançar-me por conta própria." Mogens Dahl compara este processo de descoberta com a "arqueologia moderna": as impressionantes vigas foram deixadas e foi necessário aplicar isolamento contra o calor adicional. Dahl apresentou as suas próprias ideias para o novo instituto mesmo antes de iniciar o processo de conversão. Muitas destas ideias foram desenvolvidos através das inúmeras conversações com visitantes e colegas durante o ano e meio em que decorreram as obras.

Sítio e localização
Como muitas outras cidades na Europa, Copenhaga está a discobrir novamente a sua frente ribeirinha. A Islands Brygge, uma antiga zona de trabalhadores das docas na parte este do centro da cidade, em particular, tem-se desenvolvido num ponto central da nova arquitectura Dinamarquesa. Seguiu-se uma transformação social que ocorreu nesta parte da cidade. Nos edifícios residenciais dos finais do século XIX, os trabalhadores que outrora viveram aí, foram sucedidos pelos mais jovens, pelos criativos e pelos afluentes na altura em que as construções começaram nas infraestruturas industrias da zona. Os armazéns foram convertidos em lofts, uma fábrica de lápis transformada num estúdio fotográfico e num ginásio, e antigas barracas acomodam escritórios de contabilistas. Snorresgade é um dos pouco locais da Islands Brygge a reter o seu carácter original e ligeiramente caótico. A mudança de edifício temporários para edifícios permanentes dá à área um ar um pouco como o "Klondike". Em frente à igeja antiga desta zona existe um jardim de infância, junto a este, um edifício em tijolo de uma empresa de despachantes e, mesmo no final da estrada, uma colecção de cabanas em madeira cujos donos alugam carruagens puxadas a cavalo.